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01/07/2013

Resenha | Dire Straits - Brothers In Arms [1985]


Como definir 'Brothers In Arms', de Mark Knopfler e cia.? Talvez 'o registro de Rock mais jazzístico que se já viu nesse mundo!'.

Com certo apelo comercial, 'Brothers...' é apaixonante. "So Far Away" traduz bem esse sentimento logo de cara, com um riff simples mas cativante. Logo após vem "Money for Nothing", numa parceria sensacional entre Mark e Sting, nessa época já fora do Police.

"Walk of Life" tem uma das intros mais reconhecidas do Rock, e trata-se de um medley de várias canções clássicas, que são: 'I Got A Woman', 'Be-Bop-A-Lula', 'What'd I Say', 'Sweet Lovin' Woman' e 'Mack The Knife'. Em seguida, "Your Latest Trick" capta e transmite o espiríto. Com uma intro maravilhosa de sax se torna a melhor a marca do disco. "Why Worry" vem com um riff choroso. Não chegou a se tornar single, mas qualidades e argumentos não faltam para considerá-lo como tal.

Já no lado B do registro, "Ride Across The River" lembra um pouco "Masoko Tanga", última faixa do primeiro registro do Police. Um ritmo tipicamente africano, mas com trompetes, a letra se refere às guerrilhas. "The Man's Too Strong" soa Johnny Cash com riffs elétricos logo de cara, e vai pr'uma crescente até a 'explosão' do refrão. "One World" talvez seja a mais 'hard', se assim podemos definir, com destaque para seu baixo pulsante. Também é a canção mais curta do álbum. Fechando com chave de ouro, "Brothers In Arms" é um dos maiores lamentos sobre as guerras.

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