Onde se respira música.

09/02/2013

The Strokes: Até que ponto inovar é positivo?


Nessa última semana que se foi, o centro das atenções foi o novo single dos Strokes, "One Way Trigger", em que há um flerte escandaloso com o tecnobrega. Até Gaby Amarantos, símbolo do Pará e do gênero atualmente, já cogitou fazer cover da música.

Mas a questão é: Até que ponto uma banda inovar ajuda na carreira? Já vimos casos e casos, como o do Metallica, que para os mais aficionados, após "... And Justice For All" não foi mais o mesmo. Após o "Black Album" eles se venderam, e com "Load" e logo em seguida "Reload" passaram a ser questionados frequentemente.

Existe o caso do KISS, que em 1979 lançou "I Was Made For Lovin' You", flertando com a disco music para voltar à mídia. Os mais aficionados torceram o nariz na época. A verdade é que até hoje essa é uma das músicas mais conhecidas da banda.

Ao mesmo tempo são raros os casos que ser sempre o mesmo funciona. O AC/DC, por exemplo, que em toda sua carreira vem mantido sua sonoridade apenas Rock N' Roll, e tem mantido o sucesso.

Mais pros anos 2000, podemos citar o Linkin Park, que estourou nas rádios após "Hybrid Theory", confirmou o sucesso com "Live In Texas", se estabeleceu como um dos símbolos do Nu Metal com "Meteora", mas nos últimos anos vem fazendo uma música cada vez mais experimental.

E você, o que acha da busca das bandas de sempre inovar?

Share:

Tradução

Feed

Digite seu email abaixo:

Instagram

Twitter