Onde se respira música.

30/08/2011

Covers #6: The Beatles vs Ozzy Osbourne / Johnny Cash






Trata-se da clássica "In My Life", dos Beatles. Ela pode ser encontrada no também clássico (como qualquer outro álbum dos Fab Four) "Rubber Soul". Já o primeiro cover é muito recente, faz parte do álbum "Under Cover", de 2005, do "Príncipe das Trevas" Ozzy Osbourne. O segundo também é recente, e faz parte de um disco de covers de Johnny Cash, "American IV: The Man Comes Around", de 2003. Há também uma ótima, porém não muito conhecida versão ao vivo de George Harrison, em 1974, que pode ser encontrada em bootlegs, como o "Ice Cold in Toronto". Essa versão será encontrada e postada aqui mesmo em breve. Confira as versões:






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27/08/2011

Covers #5: The Cars vs Scorpions

A música em questão é "Drive", de 1984, 3º single do álbum "Heartbeat City" e o maior hit da banda de new wave The Cars. Já o cover fica por conta dos alemães do Scorpions. A música faz parte do álbum ao vivo "Acoustica", de 2001. Confira:





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22/08/2011

21/08/1952: Nascia John Graham Mellor

John Graham Mellor foi um dos nomes mais importantes da história do rock, mas você deve conhecê-lo por outro nome: Joe Strummer.

O cara era o líder, guitarrista e vocalista do The Clash, banda punk que ao lado de Sex Pistols e Ramones revolucionou o modo como a música era feita, ouvida e aceita nos anos 70 e 80.

Além de ter tocado com o Clash, Strummer também tocou no 101ers, The Pogues e com o Mescaleros, com quem lançou seus últimos trabalhos antes de falecer em 22 de Dezembro de 2002 devido a um problema no coração.

Ontem, dia 21 de Agosto, Joe estaria completando 59 anos de idade se estivesse vivo, e em sua homenagem selecionamos alguns vídeos de suas bandas e carreira solo, para que todos celebrem muito boa música desse cara que faz muita falta ao rock desde que se foi.













Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos
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19/08/2011

Thin Lizzy e Metallica: A história de "Whiskey in the Jar"

Poucos sabem, e eu também não sabia, que a música Whiskey in the Jar é mais antiga e tradicional do que apenas um rock tocado pelo Thin Lizzy, em meados de 1970. A canção é tradicionalmente cantada por irlandeses há centenas de anos.

Acredita-se que ela é baseada na canção “Patrick Fleming”, que fala sobre um salteador irlandês que foi executado em meados de 1650, porém, não se tem a ideia exata de suas origens. Alan Lomax, um historiador folclórico, sugere que a canção tenha origem no século XVII. A música trata da história de um salteador que, após assaltar um oficial militar, foi traído por sua esposa ou amante (não se sabe ao certo). Diversas versões dessa música são executadas em províncias irlandesas, como Kerry, Cork, Gilgarra e Sligo.

É certo que a música é executada tradicionalmente nos Estados Unidos da América, em versões diferentes. Uma das versões é de Massachussetts, que trata de um soldado irlandês que foi condenado à morte por assaltar oficiais britânicos. Dependendo da localidade onde os irlandeses colonizaram, o nome e a patente do personagem também mudavam, sendo capitão ou coronel, passando por Farrel ou Pepper. A esposa ou amante pode se chamar Molly, Jenny ou Ginny, entre outros nomes.

A música já foi executada por várias bandas, algumas delas mundialmente conhecidas. A primeira execução de sucesso, veio com a banda The Dubliners, em meados de 1950, que a gravaram em três álbuns diferentes. Após a execução de sucesso, veio a gravação efetuada por Thin Lizzy, que fez muito sucesso por volta de 1970. O Metallica é responsável pela sua execução de maior sucesso em meados de 1998.

O fato é que a música é um sucesso internacional e frequentemente cantada por todos os públicos que a ouvem. “Whiskey in the jar” realmente é uma bela canção, em qualquer estilo executado.

Fonte: Whiplash.net
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18/08/2011

Britpop: Oasis vs Blur





O termo "britpop" hoje pode soar estranho, ou no mínimo distante, para o ouvinte da atual música globalizada, sem barreiras geográficas. Apesar de inúmeros grupos terem sido classificados nessa cena, surgida na década de 90 e popularizada com o fim do Grunge nos Estados Unidos, ela era protagonizada por duas bandas. O Blur, que se orgulha de ser o maior representante dessa palavra de sete letras e o Oasis, que foi colocado no balaio por ter aparecido na época que o holofote voltou para a Inglaterra, além, é claro, de ter surgido na ilha separada da Europa Continental pelo canal da Mancha.




O embate não ficou só no imaginário dos fãs, que adoram colocar, randomicamente, uma banda contra a outra, mesmo que não tenha a ver ou os próprios envolvidos não alimentem isso. Blur e Oasis foram inimigos mortais e declarados do meio para o fim da década de 90.

O clima ficou tão pesado que Damon Albarn dedicou um dos muitos Brit Awards conquistados em 1995 para o Oasis. E a resposta veio a altura: "eu desejo que Damon Albarn (vocalista) e Alex James (baixista) peguem AIDS e morram", declarou Noel Gallagher.

Mas o "fight" mesmo aconteceu no dia 12 de agosto de 1995. A Food Records, braço da EMI, antecipou o lançamento do single Country House, do Blur, em uma semana, "coincidindo" com a data de lançamento, pela Creation Records, do single Roll With It, do Oasis.

E o cenário estava preparado. A disputa das duas bandas dividiu a própria Inglaterra. O sul estava com o Blur, natural de Essex, cidade próxima a Londres. O norte estava com o Oasis, que como todos sabem, são de Manchester. E só uma banda e uma região sairia vencedora.

Durante o período entre o lançamento e a primeira lista com o número de vendas, uma guerra mercadológica foi posta em prática: anúncios, promoções, aparições públicas e tudo que estivesse em mãos para vencer essa disputa foi feito, principalmente pela parte do Blur.

E isso se refletiu nos números. Com 274 mil cópias vendidas em uma semana, o Blur ganhou a parada, por 58 mil cópias de diferença. Mesmo com a diferença considerável, pode se argumentar que Country House custava 2 libras e Roll With It o dobro, além do fato de o Blur lançar duas versões diferentes, com lados B divergentes. Independente disso, a jogada de marketing de Albarn e cia deu extremamente certo.

Pode parecer clichê, mas a partir dali as coisas nunca mais foram iguais. Curiosamente, o Blur penou nos anos seguintes, perdendo inclusive o guitarrista Graham Coxon, que já não aguentava mais o "maistream" e inclusive ameaçou se suicidar no meio da festa armada para comemorar a épica vitória. Pelas mais diferentes razões, o Blur não conseguiu a internacionalização massiva do Oasis e até do Gorillaz e acabou finalizando os trabalhos em 2003, ainda em excelente forma, voltando para uma turnê em 2009.


Já o "perdedor" Oasis vendeu milhões de discos e ganhou milhares de prêmios até os irmãos Gallagher chegarem ao ponto de não conseguirem mais dividir o mesmo palco e darem um ponto final no grupo.

Hoje a rivalidade esfriou e até elogios são trocados de lado a lado, algo inimaginável quinze anos atrás.

E para você, qual é o vencedor? Quem fez a melhor música? Opine!






Fonte: Perdidos no Ar
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17/08/2011

Covers #4: Tears for Fears vs Disturbed

O cover de hoje traz dois estilos muito distintos. Trata-se da música "Shout", faz parte do segundo álbum do Tears for Fears, chamado "Songs from the Big Chair". Já o cover fica por conta da banda de nu metal Disturbed, e faz parte do álbum de estreia deles, chamado "The Sickness".

Tears for Fears (Original)



Disturbed (Cover)

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16/08/2011

Johnny Cash: Origem da foto do dedo do meio

Antes de sua morte em março de 2010, o fotógrafo Jim Marshall revelou a verdade por tras da famosa  foto de Johnny Cash mostrando o dedo do meio para a câmera, que posteriormente foi copiada por inúmeros roqueiros. Marshall tirou a foto durante a performance de Johnny Cash na penitenciária de San Quentin em 1969.

De acordo com o Art Exchange de São Francisco, foi Marshall quem o provocou. "Eu disse, 'John, vamos tirar uma foto para o diretor' e então o lendário músico fez o gesto.' Disse Marshall, que ainda afirma que essa sua foto é provavelmente a fotografia mais surrupiada da história.

Fonte desta matéria: Whiplash.net
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14/08/2011

Você sabia? #7: A história por trás de "Smoke On The Water", do Deep Purple


"Smoke on the Water" é uma canção da banda britânica de rock Deep Purple. Foi lançada pela primeira vez no sexto álbum da banda, Machine Head, de 1972. A música é famosa por ter um dos riffs de guitarra mais conhecidos e tocados da história do rock.

A letra da canção fala de uma história verídica: em 4 de dezembro de 1971, o Deep Purple chegou em Montreux, na Suíça, para gravar um álbum usando um estúdio de gravação móvel (alugado dos Rolling Stones, e conhecido como "Rolling Stones Mobile Studio", chamado de "Rolling truck Stones thing" e "the mobile" na letra da música) no complexo de entretenimento que fazia parte do Cassino de Montreux (chamado de "the gambling house", "casa de apostas", na letra). Na véspera da sessão de gravação, um show de Frank Zappa & The Mothers of Invention foi realizado no teatro do cassino e, durante o show, um incêndio se iniciou; no meio do solo de sintetizador de "King Kong", alguém na plateia disparou um sinalizador (flare gun) no teto de ratã, incendiando-o (o que é mencionado no verso "some stupid with a flare gun", "um idiota com um sinalizador"). O incêndio destruiu todo o complexo do cassino, juntamente com todo o equipamento do Mothers. A "fumaça na água" que se tornou o título da canção (creditado ao baixista Roger Glover) referia-se à fumaça vinda do fogo, que se espalhou pelo lago de Genebra (também conhecido como lago Léman) a partir do cassino em chamas, enquanto os membros da banda o assistiam de seu hotel, do outro lado do lago. O "Funky Claude" que, segundo a letra, "entrava e saía correndo" (running in and out) é Claude Nobs, diretor do Festival de Jazz de Montreux, que ajudou parte da plateia a fugir das chamas.

Vendo-se com uma unidade móvel de gravação caríssima, porém sem lugar algum para usá-la, a banda foi obrigada a percorrer a cidade, em busca de um lugar para se instalar. Um local promissor, encontrado por Nobs, era um teatro local chamado The Pavillion - porém assim que a banda descarregou e começou a trabalhar, os vizinhos se incomodaram com o barulho; a banda pôde apenas gravar as faixas de fundo para uma canção (baseada no célebre riff de Ritchie Blackmore, e chamada temporariamente de Title n.º1, "Título n.º 1"), antes que a polícia local interrompesse a sessão.

Após cerca de uma semana de procura, a banda finalmente alugou o Grand Hotel de Montreux, praticamente vazio, e converteu alguns de seus corredores e escadas num improvisado estúdio de gravação, onde gravaram a maior parte das faixas daquele que viria a ser o seu álbum mais bem-sucedido comercialmente, Machine Head, incluindo a maior parte da própria "Smoke on the Water" (embora a letra tenha sido composta posteriormente).

Dê uma olhada na tradução completa e no vídeo legendado da música:

"Saímos todos para Montreux
Ás margens do Lago Genebra
Para gravarmos um disco (com um estúdio móvel)
Não tivemos muito tempos
Frank Zappa e The Mothers
Estavam lá no melhor lugar
Mas um estúpido com uma pistola sinalizadora
Incendiou o local até o chão


Fumaça sobre a água, fogo nos céus
Fumaça sobre a água


Eles queimaram totalmente a casa de jogos
A casa ruiu com um som terrível
Funky Claude correu pra todo lado
Tirando as crianças do local
Quando tudo terminou
Tivemos que procurar outro lugar
Mas o tempo Suíço estava se esgotando
Parecia que perderíamos a corrida


Fumaça sobre a água,é fogo nos céus
Fumaça sobre a águas


Terminamos no Grand Hotel
Estava vazio, frio e desprotegido
Mas com o caminhão dos Rolling Stones lá fora
Fazendo nossa música lá
Com algumas luzes vermelhas e algumas camas velhas
Fazemos um lugar suar
Não importa o que ganharmos com isso
Eu sei que nunca esqueceremos


Fumaça sobre as águas, é fogo no céu
Fumaça sobre as águas"


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08/08/2011

Saindo dos Trilhos #1 | Red Hot Chili Peppers - The Red Hot Chili Peppers (1984)


 "The Red Hot Chili Peppers", de 1984, é o álbum de estreia dos Peppers. Há muitos motivos que fazem ele ter uma sonoridade muito diferente da que é conhecida pelo público hoje, comparando com seus principais lançamentos ("Blood Sugar Sex Magik (1991)" e "Californication (1999)"). São eles:

1. Formação da banda para esse CD:

  • Flea (baixo)
  • Anthony Kiedis (vocais)
  • Cliff Martinez (bateria)
  • Jack Sherman (guitarra)

Isso mesmo! O primeiro álbum dos Peppers não conta com a participação de Hillel Slovak, pois ele estava se dedicando junto com o baterista Jack Irons à sua banda, What Is This?. No lugar de Jack Irons, o formador do Weirdos, Cliff Martinez, assumiu a bateria.

2. Produção do Álbum

Para produzir o álbum, a banda chamou Andy Gill, guitarrista do Gang of Four, que é uma banda de post-punk/new wave, o que fez, evidentemente, com que a banda também tivesse um sonoridade diferente, muito mais funk rock do que o alternative rock pelo que é conhecida hoje.

3. Brigas

A banda e Andy Gill não entravam num acordo pela sonoridade do álbum. Gill queria algo mais pop. Como resultado, a tour de divulgação do CD não chamou a atenção do público. Jack Sherman acabou sendo demitido. O álbum "Squeezed" do What Is This? também foi um fracasso, e então, Hillel Slovak largou a banda e decidiu voltar para o Red Hot.
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06/08/2011

Covers #3: Soundgarden vs Johnny Cash

O cover de hoje se refere à artistas de épocas e estilos muito distantes. A música em questão é "Rusty Cage", do Soundgarden, um dos expoentes do grunge. Ela faz parte do "Badmotorfinger", de 1991, terceiro álbum da banda. Já o cover fica por conta de Johnny Cash, que incluiu essa música no álbum só de covers "Unchained", de 1996. Confira e tire suas conclusões sobre qual versão é melhor:

Soundgarden (Original)


Johnny Cash (Cover)

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Tradução

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